MATUTINO 4ª A (PROFESSOR: ROGÉRIO)
13 DE MAIO
Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado à sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele ac

ordou.Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu embaixo da pata.Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguia se soltar, e fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva.Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.Uma boa ação ganha outra.
A Lebre e a Tartaruga
Era uma vez... uma lebre e uma tartaruga.A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga.Ce

rta vez, a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida.A lebre muito segura de si, aceitou prontamente.Não perdendo tempo, a tartaruga pois-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém, firmes.Logo a lebre ultrapassou a adversária, e vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar.Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr.Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada toda sorridente.Moral da história: Devagar se vai ao longe!
A Menina do Leite.
MATUTINO 4ª A 13 de maio. (PROFESSOR ROGÉRIO)
A menina era só alegria.Era a primeira vez que iria à cidade, vender o leite de sua querida vaquinha.Colocou sua melhor roupa, um belo vestido

azul,e partiu pela estrada com a lata de leite na cabeça.Ao caminhar, o leite chacoalhava dentro da lata.A menina também, não conseguia parar de pensar."Vou vender o leite e comprar ovos, uma dúzia.""Depois, choco os ovos e ganho uma dúzia de pintinhos.""Quando os pintinhos crescerem, terei bonitos galos e galinhas.""Vendo os galos e crio as galinhas, que são ótimas para botar ovos.""Choco os ovos e terei mais galos e galinhas.""Vendo tudo e compro uma cabrita e algumas porcas.""Se cada porca me der três leitõezinhos, vendo dois, fico com um e ..."A menina estava tão distraída em seus pensamentos, que tropeçou numa pedra, perdeu o equilíbrio e levou um tombo.Lá se foi o leite branquinho pelo chão.E os ovos, os pintinhos, os galos, as galinhas, os cabritos, as porcas e os leitõezinhos pelos ares.Moral da história:Não se deve contar com uma coisa antes de conseguí-la.
O Cão e a Carne.

Era uma vez um cão, que ia atravessando um rio; levava na boca um suculento pedaço de carne. Porém, viu na água do rio a sombra da carne, que era muito maior.Prontamente ele largou seu pedaço de carne e mergulhou no rio para pegar o maior. Nadou, nadou e não achou nada, e ainda perdeu o pedaço que levava.Moral da história: Nunca deixes o certo pelo duvidoso. De todas as fraquezas humanas a cobiça é a mais comum, e é todavia a mais castigada.
Contos » Os Três Porquinhos
Era uma vez, na época em que os animais falavam, três porquinhos que viviam felizes e despreocupados na casa da mãe.A mãe era ótima, cozinhava, passava e fazia tudo pelos filhos. Porém, dois dos filhos não a ajudavam em nada e o terceiro sofria em ver sua mãe trabalhando sem parar.Certo dia, a mãe chamou os porquinhos e disse: __Queridos filhos, vocês já estão bem crescidos. Já é hora de terem mais responsabilidades para isso, é bom morarem sozinhos. A mãe então preparou um lanche reforçado para seus filhos e dividiu entre os três suas economias para que pudessem comprar material e construírem uma casa. Estava um bonito dia, ensolarado e brilhante. A mãe porca despediu-se dos seus filhos: __Cuidem-se! Sejam sempre unidos! - desejou a mãe. Os três porquinhos, então, partiram pela floresta em busca de um bom lugar para cons

truírem a casa. Porém, no caminho começaram a discordar com relação ao material que usariam para construir o novo lar. Cada porquinho queria usar um material diferente. O primeiro porquinho, um dos preguiçosos foi logo dizendo: __ Não quero ter muito trabalho! Dá para construir uma boa casa com um monte de palha e ainda sobra dinheiro para comprar outras coisas. O porquinho mais sábio advertiu: __ Uma casa de palha não é nada segura. O outro porquinho preguiçoso, o irmão do meio, também deu seu palpite: __ Prefiro uma casa de madeira, é mais resistente e muito prática. Quero ter muito tempo para descansar e brincar. __ Uma casa toda de madeira também não é segura - comentou o mais velho- Como você vai se proteger do frio? E se um lobo aparecer, como vai se proteger? __ Eu nunca vi um lobo por essas bandas e, se fizer frio, acendo uma fogueira para me aquecer! - respondeu o irmão do meio- E você, o que pretende fazer, vai brincar conosco depois da construção da casa?
__Já que cada um vai fazer uma casa, eu farei uma casa de tijolos, que é resistente. Só quando acabar é que poderei brincar. – Respondeu o mais velho. O porquinho mais velho, o trabalhador, pensava na segurança e no conforto do novo lar. Os irmãos mais novos preocupavam-se em não gastar tempo trabalhando. __Não vamos enfrentar nenhum perigo para ter a necessidade de construir uma casa resistente. - Disse um dos preguiçosos. Cada porquinho escolheu um canto da floresta para construir as respectivas casas. Contudo, as casas seriam próximas. O Porquinho da casa de palha, comprou a palha e em poucos minutos construiu sua morada. Já estava descansando quando o irmão do meio, que havia construído a casa de madeira chegou chamando-o para ir ver a sua casa. Ainda era manhã quando os dois porquinhos se dirigiram para a casa do porquinho mais velho, que construía com tijolos sua morada. __Nossa! Você ainda não acabou! Não está nem na metade! Nós agora vamos almoçar e depois brincar. – disse irônico, o porquinho do meio. O porquinho mais velho porém não ligou para os comentários, nem par a as risadinhas, continuou a trabalhar, preparava o cimento e montava as paredes de tijolos. Após três dias de trabalho intenso, a casa de tijolos estava pronta, e era linda! Os dias foram passando, até que um lobo percebeu que havia porquinhos morando naquela parte da floresta. O Lobo sentiu sua barriga roncar de fome, só pensava em comer os porquinhos. Foi então bater na porta do porquinho mais novo, o da casa de palha. O porquinho antes de abrir a porta olhou pela janela e avistando o lobo começou a tremer de medo. O Lobo bateu mais uma vez, o porquinho então, resolveu tentar intimidar o lobo: __ Vá embora! Só abrirei a porta para o meu pai, o grande leão!- mentiu o porquinho cheio de medo. __ Leão é? Não sabia que leão era pai de porquinho. Abra já essa porta. – Disse o lobo com um grito assustador. O porquinho continuou quieto, tremendo de medo. __Se você não abrir por bem, abrirei à força. Eu ou soprar, vou soprar muito forte e sua casa irá voar. O porquinho ficou desesperado, mas continuou resistindo. Até que o lobo soprou um a vez e nada aconteceu, soprou novamente e da palha da casinha nada restou, a casa voou pelos ares. O porquinho desesperado correu em direção à casinha de madeira do seu irmão. O lobo correu atrás. Chagando lá, o irmão do meio estava sentado na varanda da casinha. __Corre, corre entra dentro da casa! O lobo vem vindo! – gritou desesperado, correndo o porquinho mais novo. Os dois porquinhos entraram bem a tempo na casa, o lobo chegou logo atrás batendo com força na porta. Os porquinhos tremiam de medo. O lobo então bateu na porta dizendo:__Porquinhos, deixem eu entrar só um pouquinho! __ De forma alguma Seu Lobo, vá embora e nos deixe em paz.- disseram os porquinhos. __ Então eu vou soprar e soprar e farei a casinha voar. O lobo então furioso e esfomeado, encheu o peito de ar e soprou forte a casinha de madeira que não agüentou e caiu. Os porquinhos aproveitaram a falta de fôlego do lobo e correram para a casinha do irmão mais velho. Chegando lá pediram ajuda ao mesmo. __Entrem, deixem esse lobo comigo!- disse confiante o porquinho mais velho. Logo o lobo chegou e tornou a atormentá-los: __ Porquinhos, porquinhos, deixem-me entrar, é só um pouquinho! __Pode esperar sentado seu lobo mentiroso.- respondeu o porquinho mais velho. __ Já que é assim, preparem-se para correr. Essa casa em poucos minutos irá voar! O lobo encheu seus pulmões de ar e soprou a casinha de tijolos que nada sofreu. Soprou novamente mais forte e nada. Resolveu então se jogar contra a casa na tentativa de derrubá-la. Mas nada abalava a sólida casa. O lobo resolveu então voltar para a sua toca e descansar até o dia seguinte. Os porquinhos assistiram a tudo pela janela do andar superior da casa. Os dois mais novos comemoraram quando perceberam que o lobo foi embora. __ Calma , não comemorem ainda! Esse lobo é muito esperto, ele não desistirá antes de aprende ruma lição.- Advertiu o porquinho mais velho. No dia seguinte bem cedo o lobo estava de volta à casa de tijolos. Disfarçado de vendedor de frutas. __ Quem quer comprar frutas fresquinhas?- gritava o lobo se aproximando da casa de tijolos. Os dois porquinhos mais novos ficaram com muita vontade de comer maçãs e iam abrir a porta quando o irmão mais velho entrou na frente deles e disse: -__ Nunca passou ninguém vendendo nada por aqui antes, não é suspeito que na manhã seguinte do aparecimento do lobo, surja um vendedor? Os irmãos acreditaram que era realmente um vendedor, mas resolveram esperar mais um pouco. O lobo disfarçado bateu novamente na porta e perguntou: __ Frutas fresquinhas, quem vai querer? Os porquinhos responderam: __ Não, obrigado. O lobo insistiu: Tome peguem três sem pagar nada, é um presente. __ Muito obrigado, mas não queremos, temos muitas frutas aqui. O lobo furioso se revelou: __ Abram logo, poupo um de vocês! Os porquinhos nada responderam e ficaram aliviados por não terem caído na mentira do falso vendedor. De repente ouviram um barulho no teto. O lobo havia encostado uma escada e estava subindo no telhado. Imediatamente o porquinho mais velho aumentou o fogo da lareira, na qual cozinhavam uma sopa de legumes. O lobo se jogou dentro da chaminé, na intenção de surpreender os porquinho entrando pela lareira. Foi quando ele caiu bem dentro do caldeirão de sopa fervendo. ___AUUUUUUU!- Uivou o lobo de dor, saiu correndo em disparada em direção à porta e nunca mais foi visto por aquelas terras. Os três porquinhos, pois, decidiram morar juntos daquele dia em diante. Os mais novos concordaram que precisavam trabalhar além de descansar e brincar. Pouco tempo depois, a mãe dos porquinhos não agüentando as saudades, foi morar com os filhos.Todos viveram felizes e em harmonia na linda casinha de tijolos.
Adaptado do conto dos Irmãos Grimm
Há muito tempo, num reino distante, viviamum rei, uma rainha e sua filhinha, a princesa Branca de Neve. Suapele era branca como a neve, os lábios vermelhos como o sangue eos cabelos pretos como o ébano.Um dia, a rainha ficou muito doente e morreu. O rei,sentindo-se muito sozinho, casou-se novamente.O que ninguém sabia é que a nova rainha era uma feiticeiracruel, invejosa e muito vaidosa. Ela possuía um espelho mágico,para o qual perguntava todos os dias:— Espelho, espelho meu! Há no mundo alguém mais belado que eu?— És a mais bela de todas as mulheres, minha rainha!— respondia ele.Branca de Neve crescia e ficava cada vez mais bonita,encantadora e meiga. Todos gostavam muito dela, exceto a rainha,pois tinha medo que Branca de Neve se tornasse mais bonita queela.Depois que o rei morreu, a rainha obrigava a princesa avestir-se com trapos e a trabalhar na limpeza e na arrumação detodo o castelo. Branca de Neve passava os dias lavando, passando eesfregando, mas não reclamava. Era meiga, educada e amada portodos. Um dia, como de costume, a rainha perguntou ao espelho:— Espelho, espelho meu! Há no mundo alguém mais belado que eu?— Sim, minha rainha! Branca de Neve é agora a maisbela!A rainha ficou furiosa, pois queria ser a mais bela parasempre. Imediatamente mandou chamar seu melhor caçador e ordenouque ele matasse a princesa e trouxesse seu coração numa caixa. No dia seguinte, ele convidou a menina para um passeio nafloresta, mas não a matou.— Princesa, — disse ele — a rainha ordenouque eu a mate, mas não posso fazer isso. Eu a vi crescer e semprefui leal a seu pai.— A rainha?! Mas, por quê? — perguntou aprincesa.— Infelizmente não sei, mas não vou obedecer a rainhadessa vez. Fuja, princesa, e por favor não volte ao castelo,porque ela é capaz de matá-la!Branca de Neve correu pela floresta muito assustada,chorando, sem ter para onde ir. O caçador matou uma gazela, colocou seu coração numa caixa elevou para a rainha, que ficou bastante satisfeita, pensando que aenteada estava morta.Anoiteceu. Branca de Neve vagou pela floresta até encontraruma cabana. Era pequena e muito graciosa. Parecia habitada porcrianças, pois tudo ali era pequeno.A casa estava muito desarrumada e suja, mas Branca de Nevelavou a louça, as roupas e varreu a casa. No andar de cima dacasinha encontrou sete caminhas, uma ao lado da outra. A moçaestava tão cansada que juntou as caminhas, deitou-se e dormiu.Os donos da cabana eram sete anõezinhos que, ao voltarempara casa, se assustaram ao ver tudo arrumado e limpo. Os sete homenzinhos subiram a escada e ficaram muitoespantados ao encontrar uma linda jovem dormindo em suas camas.Branca de Neve acordou e contou sua história para os anões,que logo se afeiçoaram a ela e a convidaram para morar com eles. O tempo passou... Um dia, a rainha resolveu consultarnovamente seu espelho e descobriu que a princesa continuava viva.Ficou furiosa. Fez uma poção venenosa, que colocou dentro de umamaçã, e transformou-se numa velhinha maltrapilha.— Uma mordida nesta maçã fará Branca de Neve dormirpara sempre — disse a bruxa.No dia seguinte, os anões saíram para trabalhar e Branca deNeve ficou sozinha.Pouco depois, a velha maltrapilha chegou perto da janela dacozinha. A princesa ofereceu-lhe um copo d’água econversou com ela.— Muito obrigada! — falou a velhinha —coma uma maçã... eu faço questão!No mesmo instante em que mordeu a maçã, a princesa caiudesmaiada no chão. Os anões, alertados pelos animais da floresta,chegaram na cabana enquanto a rainha fugia. Na fuga, ela acaboucaindo num abismo e morreu.Os anõezinhos encontraram Branca de Neve caída, como seestivesse dormindo. Então colocaram-na num lindo caixão decristal, em uma clareira e ficaram vigiando noite e dia,esperando que um dia ela acordasse.Um certo dia, chegou até a clareira um príncipe do reinovizinho e logo que viu Branca de Neve se apaixonou por ela. Ele pediu aos anões que o deixassem levar o corpo da princesa para seu castelo, e prometeu que velaria por ela.Os anões concordaram e, quando foram erguer o caixão, este caiu, fazendo com que o pedaço de maçã que estava alojado na garganta de Branca de Neve saísse por sua boca, desfazendo o feitiço e acordando a princesa. Quando a moça viu o príncipe, se apaixonou por ele. Branca de Neve despediu-se dos sete anões e partiu junto com o príncipe para um castelo distante onde secasaram e foram felizes para sempre.
Branca de Neve e os sete anões
Há muito tempo, num reino distante, viviamum rei, uma rainha e sua filhinha, a princesa Branca de Neve. Suapele era branca como a neve, os lábios vermelhos como o sangue eos cabelos pretos como o ébano.Um dia, a rainha ficou muito doente e morreu. O rei,sentindo-se muito sozinho, casou-se novamente.O que ninguém sabia é que a nova rainha era uma feiticeiracruel, invejosa e muito vaidosa. Ela possuía um espelho mágico,para o qual perguntava todos os dias:— Espelho, espelho meu! Há no mundo alguém mais belado que eu?— És a mais bela de todas as mulheres, minha rainha!— respondia ele.Branca de Neve crescia e ficava cada vez mais bonita,encantadora e meiga. Todos gostavam muito dela, exceto a rainha,pois tinha medo que Branca de Neve se tornasse mais bonita queela.Depois que o rei morreu, a rainha obrigava a princesa avestir-se com trapos e a trabalhar na limpeza e na arrumação detodo o castelo. Branca de Neve passava os dias lavando, passando eesfregando, mas não reclamava. Era meiga, educada e amada portodos. Um dia, como de costume, a rainha

perguntou ao espelho:— Espelho, espelho meu! Há no mundo alguém mais belado que eu?— Sim, minha rainha! Branca de Neve é agora a maisbela!A rainha ficou furiosa, pois queria ser a mais bela parasempre. Imediatamente mandou chamar seu melhor caçador e ordenouque ele matasse a princesa e trouxesse seu coração numa caixa. No dia seguinte, ele convidou a menina para um passeio nafloresta, mas não a matou.— Princesa, — disse ele — a rainha ordenouque eu a mate, mas não posso fazer isso. Eu a vi crescer e semprefui leal a seu pai.— A rainha?! Mas, por quê? — perguntou aprincesa.— Infelizmente não sei, mas não vou obedecer a rainhadessa vez. Fuja, princesa, e por favor não volte ao castelo,porque ela é capaz de matá-la!Branca de Neve correu pela floresta muito assustada,chorando, sem ter para onde ir. O caçador matou uma gazela, colocou seu coração numa caixa elevou para a rainha, que ficou bastante satisfeita, pensando que aenteada estava morta.Anoiteceu. Branca de Neve vagou pela floresta até encontraruma cabana. Era pequena e muito graciosa. Parecia habitada porcrianças, pois tudo ali era pequeno.A casa estava muito desarrumada e suja, mas Branca de Nevelavou a louça, as roupas e varreu a casa. No andar de cima dacasinha encontrou sete caminhas, uma ao lado da outra. A moçaestava tão cansada que juntou as caminhas, deitou-se e dormiu.Os donos da cabana eram sete anõezinhos que, ao voltarempara casa, se assustaram ao ver tudo arrumado e limpo. Os sete homenzinhos subiram a escada e ficaram muitoespantados ao encontrar uma linda jovem dormindo em suas camas.Branca de Neve acordou e contou sua história para os anões,que logo se afeiçoaram a ela e a convidaram para morar com eles. O tempo passou... Um dia, a rainha resolveu consultarnovamente seu espelho e descobriu que a princesa continuava viva.Ficou furiosa. Fez uma poção venenosa, que colocou dentro de umamaçã, e transformou-se numa velhinha maltrapilha.— Uma mordida nesta maçã fará Branca de Neve dormirpara sempre — disse a bruxa.No dia seguinte, os anões saíram para trabalhar e Branca deNeve ficou sozinha.Pouco depois, a velha maltrapilha chegou perto da janela dacozinha. A princesa ofereceu-lhe um copo d’água econversou com ela.— Muito obrigada! — falou a velhinha —coma uma maçã... eu faço questão!No mesmo instante em que mordeu a maçã, a princesa caiudesmaiada no chão. Os anões, alertados pelos animais da floresta,chegaram na cabana enquanto a rainha fugia. Na fuga, ela acaboucaindo num abismo e morreu.Os anõezinhos encontraram Branca de Neve caída, como seestivesse dormindo. Então colocaram-na num lindo caixão decristal, em uma clareira e ficaram vigiando noite e dia,esperando que um dia ela acordasse.Um certo dia, chegou até a clareira um príncipe do reinovizinho e logo que viu Branca de Neve se apaixonou por ela. Ele pediu aos anões que o deixassem levar o corpo da princesa para seu castelo, e prometeu que velaria por ela.Os anões concordaram e, quando foram erguer o caixão, este caiu, fazendo com que o pedaço de maçã que estava alojado na garganta de Branca de Neve saísse por sua boca, desfazendo o feitiço e acordando a princesa. Quando a moça viu o príncipe, se apaixonou por ele. Branca de Neve despediu-se dos sete anões e partiu junto com o príncipe para um castelo distante onde secasaram e foram felizes para sempre.
A Parábola do Bom Samaritano 4º A MATUTINO 13 DE MAIO.
" Certa vez, estando Jesus a ensinar, eis que se levantou um doutor da lei e lhe disse, para o experimentar: - Mestre, que hei de fazer para alcançar a vida eterna? Respondeu-lhe Jesus: - Que está escrito na lei? Como é que lês? Tornou aquele: - ‘Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, com todas as tuas forças e de toda a tua mente; e a teu próximo como a ti mesmo.’ - Respondeste bem, disse-lhe Jesus. Faze isto, e viverás. Mas ele, querendo justificar-se, perguntou ainda: - E quem é o meu próximo? Ao que Jesus tomou a palavra e disse: Um homem descia de Jerusalém a Jericó e caiu nas mãos dos ladrões que logo o despojaram do que levava; e depois de o terem maltratado com muitas feridas, retiraram-se, deixando-o meio morto. Casualmente, descia um sacerdote pelo mesmo caminho; viu-o e passou para o outro lado; Igualmente, chegou ao lugar um levita; viu-o e também passou de largo. Mas, um samaritano, que ia seu caminho, chegou perto dele e, quando o viu, se moveu a compaixão. Aproximou-se, deitou-lhe óleo e vinho nas chagas e ligou-as; em seguida, fe-lo montar em sua cavalgadura, conduziu-o a uma hospedaria e teve cuidado dele. No dia seguinte, tirou dois denários e deu-os ao hospedeiro, dizendo: Toma cuidado dele, e o que gastares a mais pagar-to-ei na

volta. Qual desses três se houve como próximo daquele que caíra nas mãos dos ladrões? Respondeu logo o doutor: - Aquele que usou com o tal de misericórdia. Então lhe disse Jesus: - Pois vai, e faze tu o mesmo" (Lucas 10:25-37)
O samaritano, considerado desprezível pelos judeus ortodoxos, mas cumpridor dos seus deveres humanos, não se limitou a condoer-se do moribundo. Chegou-se a ele e o socorreu da melhor forma possível, levando-o em seguida a um lugar de repouso onde o assistiu melhor, recomendando-o ao hospedeiro e prontificando-se a ressarcir todos os gastos quando da sua volta.
A caridade foi ali dispensada a um desconhecido, e quem a praticou não objetivou recompensa, o que não é muito comum na Terra, onde todos aqueles que praticam atos caridosos, logo pensam nas recompensas futuras, na retribuição na vida espiritual.
Os samaritanos eram dissidentes do sistema religioso implantado na Judéia - eram os protestantes da época. Com o fito de demonstrar a precariedade dos ensinamentos da religião oficial, Jesus Cristo figurava os samaritanos como sendo aqueles que melhormente haviam assimilado os seus ensinos, concretizando em atos tudo aquilo que aprendiam através das palavras.
Além de nos ensinar o feito generoso do samaritano da parábola, o Mestre também os tomou como paradigmas em outras circunstâncias, para ilustração reportemos-nos ao majestoso ensino sobre a Mulher Samaritana (João, 4:5-30) e o da cura de dez leprosos, dentre os quais apenas um que era samaritano lembrou-se de voltar para render graças a Deus pela cura obtida (Lucas, 17:11-19).
Diante da pergunta: "Mestre, que hei-de fazer para alcançar a vida eterna?", Jesus não disse, absolutamente, que havia uma "salvação pela graça, mediante a fé" nem tão pouco indicou como processo salvacionista a filiação a esta ou aquela igreja; assim como não cogitou de saber qual a idéia que o outro fazia dele, se o considerava Deus ou não. Ante a citação feita pelo doutor da lei, daqueles dois mandamentos áureos que sintetizam todos os deveres religiosos, disse-lhe apenas: ‘faze isso, e viverás’, o que equivale a dizer: aplica as tuas forças morais, intelectuais e efetivas na produção do bem, em favor de ti mesmo e do próximo, e ganharás a vida eterna!”
O tal porém, nem sequer sabia quem era o próximo! Como, pois, poderia amá-lo como a si mesmo, a fim de se tornar digno do Reino? Jesus, então, extraordinário pedagogo que era, serenamente , sem impacientar-se, conta-lhe a parábola do "bom samaritano", através da qual elucida o assunto, fazendo o compreender que ser próximo de alguém é assisti-lo em suas aflições, é socorrê-lo em suas necessidades, sem indagar de sua crença ou nacionalidade. E após argüi-lo, vendo que ele entendera a lição, conclui, apontando-lhe o caminho do céu, em meia dúzia de palavras:
- ‘Pois vai, e faze o mesmo!’
Os apologistas cristãos dizem que Jesus apenas ensinou como amar o próximo e a parábola nada fala sobre "salvação". Como não fala, se a pergunta inicial foi sobre o que fazer para ter a Vida Eterna? Se crer que Jesus é Deus cujo sangue salva o mundo fosse o mais importante, ele não teria colocado justamente um samaritano como exemplo. E por que justamente um samaritano, que pelo povo era tido como "herege" e aqui foi colocado como exemplo de bem-aventurança por amar ao seu próximo? Não estava o Cristo lançando solene admoestação ao preconceito ? Não estava o Mestre Amigo dizendo que a Justiça do Pai não incide sobre ritos e dogmas, mas sobre relações de humanidade ? Afinal, resumiu o Senhor toda a lei e os profetas a quê? Vejamos: "(...) tudo o que vós quereis que vos façam os homens, fazei-o também vós a eles; esta é a lei e os profetas" (Mateus 16:27). Logo, quanto aos critérios do Pai do Céu, no exercício de sua Justiça, nada falou o Mestre a respeito de rótulos ou ritos, apenas de atitudes, de relações de humanidade. Eram os fariseus, tão combatidos pelo Cristo, que achavam mais importante o apego as escrituras do que o amor desinteressado a Deus e ao seu próximo.
Argumentam, por fim, dizendo que Jesus não havia ainda sido crucificado e que, a partir de sua morte e ressurreição, isso mudaria e a salvação se daria somente através da crença em Jesus como Deus que se sacrificou por nós. Mas vamos analisar a situação. O que significa isso? Que Jesus deu uma bela lição contra preconceito e intolerância, mas que a partir de sua ressurreição, seria ele próprio intolerante e preconceituoso, mandando para o fogo eterno homens como aquele samaritano só por não o idolatrarem como o Deus que se fez carne, morreu e ressuscitou? Eu não acredito, por uma simples questão de lógica e, ainda, fé na bondade e amor do nosso Criador. Não acredito em um Deus egoísta assim e pronto. Aliás, os versículos abaixo foram escritos após a ressurreição do Cristo:
"pois para com Deus não há acepção de pessoas. Porque todos os que sem lei pecaram, sem lei também perecerão; e todos os que sob a lei pecaram, pela lei serão julgados. Pois não são justos diante de Deus os que só ouvem a lei; mas serão justificados os que praticam a lei " (Romanos 2:11-13)"Deus não faz acepção de pessoas, mas é agradável a todo aquele que em qualquer nação o teme e obra o que é justo". (Atos 10:34-25)Está claro pra mim que, independentemente da crença pessoal de cada um, a prática das leis de Deus agrada a Deus - o mesmo pensamento da parábola do bom samaritano.
Outro absurdo: o samaritano antes de Jesus estaria salvo, pois bastou demonstrar amor com seu próximo. Chico Xavier, Gandhi, Dalai Lama e tantos outros que não seguem esse dogma absurdo estão condenados, de acordo com o que pensam os católicos e evangélicos. Mas antes de Jesus seriam justificados apenas pelas obras. Então, pergunto: Jesus veio para salvar ou, como um Deus egoísta e cruel que exige uma adoração de tal e tal forma predeterminada(Deus que se fez homem para tirar o pecado do mundo simplesmente morrendo na cruz), CONDENAR a maior parte da Humanidade? Além do problema do tempo, de antes e depois de Jesus, há o problema do espaço: a maior parte da Humanidade não vive no mundo considerado "cristão".
Jesus disse "Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros. " (João 13:35)
Isso que importa e não crenças pessoais.
Diz a Confissão de Fé de Westminster"(item XVII), órgão máximo do presbiterianismo, que "boas obras são somente aquelas que Deus recomendou em sua santa palavra, e não as que sem esta garantia são inventadas por homens por um zelo cego ou sob o pretexto de qualquer boa intenção. Obras feitas por homens não regenerados - embora em si mesmas possam ser matérias que Deus ordena - são pecaminosas e não podem agradar a Deus" (grifo meu)
Entenderam? Se um cristão não pertencer à Igreja, nem tente praticar boas obras, porque estará é... pecando! Esse primor de intolerância, embora redigido há mais de 300 anos, continua como fundamento da teologia atual. É certo que alguns teólogos mais evoluídos têm procurado conciliar os velhos dogmas com as percepções científicas modernas, mas são logo rechaçados pelos "fundamentalistas".
Ou seja, o samaritano, tido como herege, é colocado como exemplo pelo Cristo. Hoje, se um "herege" praticar uma boa ação, segundo a Confissão de Fé de Westminster", estará pecando.
E os católicos não ficam atrás. O Concílio de Trento, realizado de 1545 a 1563, anatematiza a doutrina da salvação somente pelas obras:"811. Cân. 1. Se alguém disser que o homem pode ser justificado perante Deus pelas suas obras, feitas ou segundo as forças da natureza, ou segundo a doutrina da Lei, sem a graça divina [merecida] por Jesus Cristo — seja excomungado." Para os cristãos de hoje, não há diferença entre Chico Xavier, Hitler, Gandhi e Fernandinho Beira-Mar. São todos "hereges" e vão pro inferno. Mas Jesus Cristo não pensava assim.
MATUTINO 4ª A
13 DE MAIO "LIBERTAÇÃO DOS ESCRAVOS "
E ANIVERSÁRIO DA NOSSO ESCOLA.
Titulo: A libertação dos escravos - 13 de maio
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Do Klick EducaçãoRio de Janeiro, 13 de maio de 1888. Cerca de 10 mil pessoas se aglomeram em volta do Paço, o palácio do governo na capital federal. É gente do povo, da alta sociedade e autoridades que aguardam a chegada da princesa Isabel para a assinatura da lei de número 3.353, a Lei Áurea, a mais comentada e festejada de toda a história do Brasil até aquela época. Ela encerrava quase quatro séculos de escravidão de negros no Brasil. Hoje, a Lei Áurea faz parte da história. Não é mais comemorada com a mesma alegria de antigamente, nem mesmo pelos negros, os principais beneficiados. Participantes do Movimento Negro no Brasil consideram que a lei foi apenas uma conquista na área jurídica, pois obrigou o fim da escravidão. Mas não houve conquista social: os negros permaneceram marginalizados na sociedade e até hoje lutam contra o preconceito. O 13 de Maio Filha do imperador D. Pedro II, a princesa regente Isabel governava o país pela terceira vez, pois seu pai estava doente. No dia 13 de maio, ela chegou ao Paço quase às três horas da tarde, trajando um vestido de seda de cor pérola com rendas. O povo gritava de alegria. Instantes depois, ela assinaria a lei que dava liberdade a todos os escravos do Brasil. Da sacada do Paço, senhoras jogavam flores sobre a princesa e seu marido, o conde D'Eu, que subiam as escadas para ir ao local da cerimônia, a Sala do Trono.Libertos, mas marginalizados Um ano e meio mais tarde, a princesa Isabel, que seria a próxima imperatriz e a primeira mulher a governar o país, perdeu o trono com a Proclamação da República, em novembro de 1889. Os presidentes republicanos nunca tomaram nenhuma medida para integrar os ex-escravos e seus descendentes à sociedade. Apesar de libertos, os negros não receberam condições de ascender socialmente e de tornarem-se cidadãos de fato. O preconceito contra eles e a escassez de oportunidades permanece ainda hoje, quando os descendentes de africanos (negros e pardos) são 45% da população brasileira (cerca de 70 milhões de pessoas). Leis anteriores à abolição Lei Eusébio de Queirós (1850) Aprovada em 4 de setembro de 1850, determinou o fim do tráfico de escravos para o Brasil e determinava penas severas para os traficantes. Apesar de proibir o desembarque de negros africanos nos portos brasileiros, os últimos 200 escravos trazidos para o país desembarcaram em Pernambuco em 1855. Lei do Ventre Livre (1871) Aprovada em 28 de setembro de 1871, declarava libertos os filhos das escravas nascidos a partir da aprovação da lei. Quem comandou a aprovação da lei, a pedido do imperador d. Pedro II, foi o senador José Maria da Silva Paranhos, o Visconde do Rio Branco. Por isso, a lei de número 2.040 é também conhecida como Lei Rio Branco. Os defensores da Lei do Ventre Livre afirmavam que ela, junto com a proibição do tráfico negreiro, garantia que a escravidão no Brasil fosse extinta aos poucos. Os donos de escravos, por sua vez, temiam ficar sem mão-de-obra para trabalhar em suas plantações. Eles acusavam o governo de querer provocar uma crise econômica ao decretar essa lei. A Lei do Ventre Livre, porém, teve pouco efeito prático: dava liberdade aos filhos de escravos, mas os mantinha sob a tutela dos donos das mães até os 8 anos ou até completarem 21 anos.Para saber mais A História dos Escravos, de Isabel Lustosa, Companhia das Letrinhas, São Paulo, 1998.Reinventando a Liberdade: a Abolição da Escravatura no Brasil, de Antônio Torres Montenegro, Ed. Atual, São Paulo, 1989. Zumbi, de Joel Rufino dos Santos, Ed. Moderna, São Paulo, 1995. Lei dos Sexagenários (1885) Lei de número 3.270, aprovada coincidentemente em 28 de setembro e também chamada Lei Saraiva-Cotegipe, libertava os escravos com mais de 65 anos. Esta lei também não ajudou quase nada, pois poucos escravos conseguiam viver mais de 40 anos: trabalhavam demais, comiam pouco e as senzalas não lhes davam nenhum conforto. Além disso, a maioria dos escravos vestia trapos, não tinha roupas quentes para se proteger no inverno e quando ficavam doentes, continuavam trabalhando e não contavam com nenhum cuidado especial.Glossário Pelourinho: coluna de pedra ou de madeira em que eram amarrados escravos e criminosos para castigo público, como chicotadas. Pau-de-arara: trave de madeira horizontal em que os negros eram amarrados pelas mãos e pelas pernas, ficando suspensos no ar. A Lei Áurea O original da Lei Áurea e seu texto“A Princesa Imperial Regente, em nome de Sua Majestade o Imperador, o senhor D. Pedro II, faz saber a todos os súditos do Império que a Assembléia Geral decretou e Ela sancionou a Lei seguinte:Art. 1º – É declarada extinta desde a data desta lei a escravidão no Brasil. Art. 2º – Revogam-se as disposições em contrário.” ---------------------------------* O que disseram os jornaisVeja como a imprensa da antiga capital federal, o Rio de Janeiro, noticiou a assinatura da Lei Áurea e a reação da população: "Está extinta a escravidão no Brasil. Desde ontem, 13 de maio de 1888, entramos para a comunhão dos povos livres. Está apagada a nódoa da nossa pátria. Já não fazemos exceção no mundo."O Paiz, 14 de maio de 1888 "Em todos os pontos do império repercutiu agradavelmente a notícia da promulgação e sanção da lei que extingüiu no Brasil a escravidão. Durante a tarde e a noite de ontem fomos obsequiados com telegramas de congratulações em número avultado e é com prazer que publicamos todas essas felicitações, que exprimem o júbilo nacional pela áurea lei que destruiu os velhos moldes da sociedade brasileira e passou a ser a página mais gloriosa da legislação pátria."O Paiz, 14 de maio de 1888 "O povo que se aglomerava em frente ao Paço, ao saber que já estava sancionada a grande Lei, chamou Sua Alteza, que aparecendo à janela, foi saudada por estrepitosos 'vivas'." Gazeta da Tarde, 15 de maio de 1888 "Continuaram ontem os festejos em regozijo pela passagem da Lei Áurea da extinção da escravidão. A rua do Ouvidor esteve cheia de povo todo o dia e durante uma grande parte da noite, sendo quase impossível transitar-se por esta rua. Passaram [...] os estudantes da Escola Politécnica, os empregados da câmara municipal e o Club Abrahão Lincoln, composto de empregados da estrada de ferro D. Pedro II, todos acompanhados de bandas de música."O Paiz, 15 de maio de 1888 "Geral o contentamento, enfim, transbordando da grande alma popular, que andava cantando a epopéia homérica da redenção." Cidade do Rio, 18 de maio de 1888
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ALUNOS DO 4ª E 5º ANO MÚSICA. (CIDADÃO)
Tá vendo aquele edifício moçoAjudei a levantarFoi um tempo de afliçãoEram quatro conduçãoDuas prá ir, duas prá voltarHoje depois dele prontoOlho prá cima e fico tontoMas me vem um cidadãoE me diz desconfiado"Tu tá aí admirado?Ou tá querendo roubar?"Meu domingo tá perdidoVou prá casa entristecidoDá vontade de beberE prá aumentar meu tédioEu nem posso olhar pro prédioQue eu ajudei a fazer...Tá vendo aquele colégio moçoEu também trabalhei láLá eu quase me arrebentoFiz a massa, pus cimentoAjudei a rebocarMinha filha inocenteVem prá mim toda contente"Pai vou me matricular"Mas me diz um cidadão:"Criança de pé no chãoAqui não pode estudar"Essa dor doeu mais fortePor que é que eu deixei o norteEu me pus a me dizerLá a seca castigavaMas o pouco que eu plantavaTinha direito a comer...Tá vendo aquela igreja moçoOnde o padre diz amémPus o sino e o badaloEnchi minha mão de caloLá eu trabalhei tambémLá foi que valeu a penaTem quermesse, tem novenaE o padre me deixa entrarFoi lá que Cristo me disse:"Rapaz deixe de toliceNão se deixe amedrontarFui eu quem criou a terraEnchi o rio, fiz a serraNão deixei nada faltarHoje o homem criou asaE na maioria das casasEu também não posso entrarFui eu quem criou a terraEnchi o rio, fiz a serraNão deixei nada faltarHoje o homem criou asasE na maioria das casasEu também não posso entrar"Hié! Hié! Hié! Hié!Hié! Oh! Oh! Oh!
Responda baseado na letra da música:
1/ Ele ajudou a construir o prédio?
2/ Ele bebeu quando foi ofendido no prédio?
3/ O que fez com que aumentasse o seu tédio?
4/ Ele trabalhou na construção de um colégio?
5/ Qual região do país ele veio?
6/ Por que sua filha não pode estudar lá?
7/ Por que ele ficou nervoso na segunda estrofe?
8/ Ele plantava e se alimentava da lavoura no norte?
9/ Ele construiu a igreja?
10/ Qual a única construção que valeu a pena trabalhar?
11/ Quem diz estas palavras?
"Rapaz deixe de tolice Não se deixe amedrontar Fui eu quem criou a terra Enchi o rio, fiz a serra Não deixei nada faltar
12/ Com quem ele estava conversando?
13/ A música nos mostra a diferença social entre ricos e pobres?
14/ Que parte da música você mais gostou? Por quê?
15/ Onde foi que ele encontrou consolo para sua alma?
16/ Quantas conduções ele tina que pegar até chegar no trabalho?
17/ O que o homem lhe perguntou desconfiado no inicio da música?
18/ Em que dia da semana isso aconteceu?
19/ Desenhem no verso da folha, uma ilustração que demonstre a música?
20/ Por que ele ficou tonto?
21/ A filha dele é inocente?
22/ Por que ele encheu a mão de calo?
23/ Por que foi um tempo de aflição. O que acontecia naquele tempo?
24/ Por que, que ele foi lá num dia de domingo?
25/ Em qual estrofe ele foi confundido com um ladrão?
26/ Em qual estrofe sua filha foi ofendida?
27/ Quem disse AMÉM?
28/ O que ele colocou na igreja?
PRÓXIMO TRABALLHO 3º4º, E 5º
PLANETA AZUL
A vida e a natureza sempre à mercê da poluiçãose invertem as estações do anofaz calor no inverno e frio no verãoos peixes morrendo nos riosestão se extinguindo espécies animaise tudo que se planta, colheo tempo retribui o mal que a gente faz
REFRÃOOnde a chuva caía quase todo diajá não chove nadao sol abrasador rachando o leito dos rios secossem um pingo d'água.quanto ao futuro inseguroserá assim de Norte a Sula Terra nua semelhante à Lua
O que será desse planeta azul?O que será desse planeta azul?
o rio que desse as encostas já quase sem vidaparece que chora um triste lamento das águasao ver devastada , a fauna e a floraé tempo de pensar no verderegar a semente que ainda não nasceudeixar em paz a Amazônia, preservar a vidaestar de bem com Deus.